A maioria dos atendimentos que eu recebo diariamente são mecânicos e automáticos. É nítido que a personalização não acontece.

Muitas vezes eu analiso o mesmo atendente recebendo outros clientes enquanto eu estou consumindo e parece que a fita é apenas rebobinada no modelo mental e o discurso se repete no mesmo tempo, palavras, tom de voz etc.

Não que seja errado, mas não é mais o suficiente para reter clientes por meio da personalização.

Empresas e atendentes que se conformam com este tipo de atendimento estão fadados a entrarem na zona de conforto da maioria e sujeitos à comoditização do atendimento, ou seja, o cliente fica pelo preço e não pelo atendimento.

E qualquer empresa que apresentar o mesmo atendimento com preço menor, atrairá o seu cliente.

Para fugir das commodities de atendimento, a empresa precisa ter o atendimento como fator estratégico do seu negócio.

Empresas que oferecerem serviços personalizados fazem o caminho inverso, ou seja, procuram agregar valor, cobrando preços mais elevados, mas que o cliente perceba o valor.

Estes serviços asseguram maior rentabilidade às empresas, exploram nichos de mercado que percebem a personalização como diferencial.

Para que o cliente perceba o diferencial, toda a empresa deve trabalhar em prol da geração de experiência para o cliente. Não apenas a linha de frente, mas também o suporte ao atendimento.

A eficiência operacional deve ser estendida ao processo como um todo. Pensar o atendimento de forma estratégica para a personalização requer que a empresa desenvolva uma arquitetura flexível e funcional para fornecer o mesmo nível de integração, interação e atuação diante do cliente ou permitir que a linha de frente desenvolva estas características com o suporte da empresa.

Neste momento, serviços exclusivos fazem com que a empresa lidere o mercado com um serviço único. E por ser único, o valor agregado eleva o preço do produto e a lucratividade.

Na maioria dos atendimentos mecânicos, o que existe é apenas a atividade. É um ato que não soma à percepção do cliente por que não gera criação e valor. É apenas a repetição do passado.  

A ação no atendimento diferencia da atividade, uma vez que é orgânica, viva e modelável.

Um atendimento onde a ação está presente se transforma a cada cliente e a cada encontro.  

A essência não é a repetição e sim a criação de algo novo na relação entre atendente e cliente a cada encontro.

A sua empresa e você estão desenvolvendo ações ou atividades?  Analise e entre em contato comigo.

Atendimento de excelência é um hábito.

Aprofunde o seu conhecimento. Eu tenho outros materiais que podem ser muito relevantes para o seu desenvolvimento, como vídeos (assine o meu canal Youtube) e o livro 55 maneiras de encantar o seu cliente no atendimento.